Sábado, Novembro 21, 2009

Sábado (sem internet)

Foto só quando a conexão for restabelecida.

(escrevo isso de um computador na casa da mamãe...)

Até.

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Quinta-feira, Novembro 19, 2009

Na corrida

Entre uma aula e uma prova, pausa para encontrar O Fotógrafo, que está em Porto Alegre de hoje a domingo para visitar a Vovó Tânia que se recupera bem de uma apendicectomia.

Vou lá e já volto.

Aliás, 2009 já terminou: de agora ao final de dezembro e só correr entre uma confraternização e outra.

Até.

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Terça-feira, Novembro 17, 2009

Perfeito

Uma teoria sobre barbas

By Paulo Polzonoff Jr

Barbas são como eletroímãs emocionais, captando tudo o que há de ruim e pesado no ambiente. O homem barbado, pois, carrega em sua face os males do mundo. E não importa se a barba é de dois dias ou dois anos: naqueles pelos está a sujeira dos seus interlocutores. Entre respingos microscópicos de saliva e catarro, entre a poeira e a poluição se escondem a inveja, a intolerância, a mentira e ódio.

Por isso os militares não usam barbas. No campo de batalha, o ressentimento do inimigo é pesado demais. Tão pesado que, se preso às barbas dos soldados, comprometeria o deslocamento das tropas.

Assim, todas as vezes que um homem faz a barba, deixa escorrer pelo ralo a maldade de que foi vítima ou que presenciou nos últimos dias. Ele se olha no espelho para consertar uma falha aqui ou ali e o que vê é mais do que um rosto liso: é um homem que sobreviveu a mais um dia de ataques velados. Uma vez livre, é hora de passar a loção após barba e, assim, desinfetar a si mesmo de quaisquer resquícios da inveja, mágoa ou ressentimento alheios.

No dia seguinte, porém, os pelos voltam a crescer. Minúsculos, começam a acumular a sujeira do mundo logo pela manhã. E lá vai o homem barbado passar o dia filtrando o mundo para, á noite, diante da lâmina de barbear, tirar do seu corpo aquilo que não lhe pertence. Lá vai ele purificar um pouquinho o mundo – seu e das pessoas à sua volta.

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Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Boletim Médico

Vovó Tânia está bem.

Sem o apêndice, de quem não sentirá saudades.

Alta provável na quarta-feira.

Até.

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Domingo, Novembro 15, 2009

A Sopa 09/14

Durante a semana que passou, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) proibiu as câmaras de bronzeamento artificial com finalidades estéticas devido a estudos que comprovam um risco aumentado de câncer de pele em quem se utiliza desse método. Isso, evidentemente, causou revolta e indignação entre os donos de clínicas estéticas – que investiram altas quantias para adquirir essas máquinas – e também entre clientes. Uma delas chegou a perguntar: “Que mais falta? Vão dizer que o cigarro dá câncer? Álcool e direção não combinam? É o fim do mundo”. Dizem que as clientes temem ficar sem seu “bronzeado perfeito”.

Admito, fui irônico com o “bronzeado perfeito”.

Sempre achei, devo dizer, essa coisa de bronzeamento artificial uma frescura sem tamanho. Coisa de perua. Homem que é homem jamais faria isso. Sei, contudo, que essas afirmações estão carregadas de preconceito, no que me desculpo com aqueles que têm por hábito dourarem sua pele com os raios ultravioleta vindos de uma máquina. Não tenham um chilique nem sapateiem de raiva, é só preconceito meu, e não faço mal a ninguém. E quanto às mulheres que fazem (ou faziam) isso, apenas digo que ficam muito melhor quando a fonte dos raios UV é o sol, sem custos e com um resultado bem mais natural. Tudo vai ficar bem, desde que caprichem no protetor solar e nos horários adequados.

Dados da literatura médica indicam que a chance de melanoma aumenta em 75% (!) em quem se submete à prática do bronzeamento até os 35 anos de idade. Não existem benefícios que sejam maiores que os riscos envolvidos no procedimento. Como em medicina sempre trabalhamos com essa perspectiva, de que o potencial benefício (de uma cirurgia, por exemplo) de ser superior ao risco envolvido no tratamento. Simples assim.

Mas entendo a revolta de quem investiu em equipamentos de bronzeamento para suas clínicas estéticas e agora está diante de um grande prejuízo. Não minimiza o problema, mas devem saber que essa possibilidade já era discutida há alguns meses. Quem acabou de comprar deve estar duplamente “puto da cara”, então. Uma opção para essas clínicas que não poderão utilizar suas máquinas de bronzeamento – e aqui vou dar uma grande dica de negócio, e de graça – é um sistema mais antigo, que pode aproveitar o terraço da clínica, requer um pequeno investimento, e cujo risco de câncer, apesar de existir, não vai fazer a ANVISA proibi-lo. O único porém é que não pode ser utilizado em dias de chuva.

Podem chamá-lo de “Sistema BS”.

Banho de sol.

Até.

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Sábado, Novembro 14, 2009

Sábado (e o Friet Museum)

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O Museu da Batata Frita
Bruges, Outubro/2009


Bom sábado a todos.

Até.

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Quinta-feira, Novembro 12, 2009

Rock Gaúcho - Especial de 1986 (Parte 5)

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